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Este blog nunca se irá encontrar escrito ao abrigo do (des)Acordo Ortográfico de 1990!

domingo, 14 de janeiro de 2007

Outros I - Parabéns

Parabéns,
Para males,
Para tudo... Aqui estamos!

Aqui nos tens,
Nos aniversários e "Carnavales"
Natais e fins de anos!

Para hoje e amanhã,
Seja tarde, noite ou manhã,
Madrugada ou não sei quê,

Entreposto do dia ou da vida.
Aqui estamos a fazer guarida,
E a escrever "pr'á você"

Parabéns amigão!
(by: Bruno's friends)




Há um ano atrás acordei com dozes mensagens iguais, cada uma delas com o este mesmo texto... Hoje acordei com outras tantas, diferentes entre cada uma, mas que souberam tão ou "mais bem".
É graças a vocês que continuo a gostar de fazer anos! :¨-)

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

Letras I - Canta Coração

Canta coração
A canção
Que aprendeste
Chora coração
A paixão
Que tiveste

Reza coração
O perdão
Que não deste
Que há quem nem sequer
Tenha para perder
O que tu já perdeste

Feliz de quem sente
Como isto é verdade
É cinza, é saudade
Que aquece a gente

Lembra coração
A ilusão
Já perdida
Sofre coração
A lição
Recebida

Esquece coração
A traição
Partida
Que há quem nem sequer
Tenha para perder
Um amor na vida.

Amália Rodrigues




Esta é uma das letras excelentemente cantadas pelo Gonçalo Salgueiro, no CD que sugiro aqui ao lado. Um poema simples e forte.
Quantas vezes não teremos sofrido por perder algo? E quem nunca teve? Será maior o sofrimento? Ou não sabe o que é sofrer tal perda, ou inexistência, neste caso?

Poema II - Morte

Senhora Dona Morte!
Que vieste tão cedo,
E eu, cheio de medo,
Sem um pouco de sorte,
Morri neste rochedo!

E tu que riste,
Choraste de alegria,
Sabendo que eu sofreria,
Que eu ficaria triste
Neste meu último dia.

Mas diz-me quem és tu!
És a tristeza alegre?
És a vida parada que segue?
És o amor vestido de nu?
Ou uma afirmação que se negue?

" Não! Sou apenas o bem,
Aquela sem amizade
Que vive na saudade,
Que aquilo que quer não tem,
O amor com lealdade."

Bruno Torrão




Este poema, também sem data, foi, provavelmente, escrito em 1996, quando tinha 14 anos. Consigo até recordar onde o escrevi. Fantástico! O próprio sentimento, as emoções no momento...
É por isso que a poesia me transmite tanta coisa. Para além de me dar uma total liberdade para extrair e demonstrar os ditos sentimentos, as ditas emoções, aviva-me a memória! Até porque raros serão os poemas em que não me recordo, elo menos, do sítio onde os escrevi.

Hoje publico dois poemas dado o facto de não estar presente este fim-de-semana.

Poema I - Adeus

Em tudo o que vivi
Nada me deu alegria,
E hoje estou aqui
A viver o último dia.

De tudo sou acusado,
Em nada tenho desculpa,
Se acontece algum estrago
Já sei que tenho culpa.

A mim apontam o dedo
Sem dizer de minha justiça,
Vou desaparecer do mundo
Pois o acho uma injustiça.

Da minha vida nunca gostei,
Ninguém de mim gostou,
A paciência chegou ao fim,
A minha vida acabou.

Bruno Torrão




Esta composição poética, originalmente sem data, foi criada entre 1993 e 1994, quando tinha 11-12 anos de idade. Ainda que não tenha sido o primeiro poema que eu tenha escrito, foi o único a resistir até hoje.
Com este poema inicío o primeiro livro, Expiração ao longo de quase 5 anos, aglomerando 32 composições.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

O cortar da fita

Sem flashs nem festa, sem passadeira vermelha nem mesa cheia de croquetes, aqui e assim se inaugura Sob o Signo das Letras.

Neste novo palco apresentar-vos-ei toda a minha obra poética, assim como pensamentos, frases, contos, etc.

Quem quiser ver também aqui expostos trabalhos, é só comunicar para magus.nocti@gmail.com, e referir no assunto Signo das Letras.

Ainda relativo à minha obra, farei por colocar todos os poemas por ordem cronológica, embora possam existir alguns sem data. Mas isso explicarei, se preciso for, em cada post.

Vão visitando...
Enjoy it e não enjoem! ;)