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Este blog nunca se irá encontrar escrito ao abrigo do (des)Acordo Ortográfico de 1990!

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Poema XXVI - Amor sonhado

Esta noite eu chorei,
Mas não foi por triste me encontrar,
Foi na vida que eu pensei,
Na falta de sorte para amar.

Queria estar num sonho
Em que tudo é alegria,
Em que nada é medonho
E só de amor se viveria.

Quem me dera estar nesse Mundo
Onde o coração não fica ferido,
Onde pelo amor se vai ao fundo...
O Reino do Cupido!

Onde Afrodite está no olhar...
No beijo, uma certa arte.
Há um punhal que se levanta do Mar!
E que Vénus não o deixa matar-te.

Mas este sonho não me deixa dormir,
Tal como o amor não mo deixa sonhar.
Fica então um coração a ferir
Por ninguém o conseguir amar.

Bruno Torrão
99/10/11



E depois de tanto ano, esse mesmo sentimento...

1 comentário:

Conceição Bernardino disse...

Boa tarde,
“Os sonhos são como o vento, sentimo-los, mas não sabemos de onde vêm nem para onde vão” – Frase de Augusto Cury...

Vale apena pensar nisto, nos seus sonhos, faça deles a realidade da existência.
Belo
Bom fim-de-semana
Beijinhos
Conceição Bernardino
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com